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O que é um ETF?

• Como os ETFs são geridos?

O ETF ou Exchange Traded Fund, é um fundo de investimento que é negociado na bolsa de valores. Chamados de fundos de índice no Brasil, eles apresentam uma gestão passiva cujo objetivo é replicar determinado índice da economia.

Para isso, as decisões do gestor consideram montar uma carteira que replique os resultados do indicador. Apesar do mercado de ETFs brasileiro não ser tão amplo ainda, os fundos desse tipo são muito populares em outros países, por exemplo, nos Estados Unidos.

Os ETFs podem investir em ativos bastante diversos, mas o mais comum costumam ser as Ações. Então você pode se perguntar: qual é a diferença de investir diretamente nos papéis? Na verdade, existem várias diferenças.

Uma delas é que, ao comprar Ações, você adquire papéis de uma ou poucas empresas. Com os ETF´s, é possível se expor a dezenas (ou centenas) de companhias. Afinal, o portfólio de um mesmo fundo de índice inclui muitos ativos.

Além disso, outra diferença está na gestão. Ao comprar cotas de um ETF, você não precisa analisar e escolher Ações para sua carteira. O gestor do fundo se encarrega das decisões — sempre baseado em critérios objetivos relacionados ao índice de referência (benchmark).

Como ele funciona?

Você acabou de ver o que é o ETF e conferiu alguns detalhes sobre o funcionamento dele. De forma básica, o investimento nos fundos de índice se dá com a compra de cotas na bolsa de valores. Semelhante a Ações e outros, basta digitar o ticker do ETF no home broker.

Depois, o fundo escolhido aparecerá na sua tela e será possível conferir o preço e emitir uma ordem de compra. Ao ser liquidada a operação, você se torna cotista do ETF e pode participar dos resultados dele.

Os ganhos se dão a partir da valorização da cota. Ou seja, ao longo do tempo, o investidor pode realizar a venda por um preço maior e ter ganho de capital. Embora as Ações realizem distribuição de dividendos, é importante dizer que ETFs não repassam os proventos para o investidor – que são reinvestidos no fundo.

Logo, os seus resultados virão, de fato, da oscilação das cotas e da valorização do patrimônio do fundo ao longo do tempo. Além disso, é preciso ficar atento: assim como os preços podem subir, eles também podem cair. Assim, há risco de prejuízo.

Como os ETFs são geridos?

Quando se fala em Fundos de Investimentos é comum conhecer aqueles que têm gestão ativa. Ou seja, existem profissionais experientes no mercado tentando realizar investimentos vantajosos. O objetivo, no caso, é superar o benchmark.

Isto é, em um Fundo de Ações com gestão ativa, por exemplo, o intuito do gestor é encontrar resultados acima da média. Um indicador muito utilizado como referência é o Índice Ibovespa — que reúne as principais empresas negociadas na bolsa.

O Ibov representa uma média do mercado de Ações. Logo, um gestor que consegue rendimentos acima dele está superando o benchmark. Já quando se considera um ETF que acompanha o Ibov, o foco é em replicar os resultados do índice – e não superá-los.

Significa que o investidor terá resultados positivos quando o Ibovespa subir e impactos negativos quando ele descer. O gestor do fundo se preocupa apenas em replicar os movimentos, balanceando a carteira de acordo com a composição do Ibov a cada momento.

Quais são os principais ETFs do mercado?

Como você viu, o Índice Ibovespa é um dos principais benchmarks do mercado de Ações. É por isso que existem ETFs na bolsa brasileira que objetivam acompanhá-lo. É o caso do BOVA11.

Quem adquire cotas desse fundo de índice está buscando acompanhar os resultados da média do mercado de Ações. Afinal, o ETF investe nas empresas mais negociadas na bolsa brasileira — com peso definido pelos critérios do índice.

E quem desejar investir de formas diferentes? Existem outras possibilidades. Por exemplo, ETFs que acompanham o IFIX: o índice de Fundos Imobiliários. Além disso, existem ETFs focados em determinado grupo de empresas (como as small caps).

Também é possível encontrar ETFs temáticos. Um exemplo é um fundo de índice que acompanhe um indicador ESG (focado em empresas que tenham responsabilidade socioambiental). Há, ainda, aqueles que replicam índices do exterior.

Quem deseja expor sua carteira a mercados internacionais sem sair da B3, por exemplo, pode fazer isso por meio de ETFs. Uma possibilidade é investir em fundos de índice que acompanham o S&P500, um dos principais benchmarks das bolsas de valores norte-americanas.

Mesmo sendo mais comum quando se fala em renda variável, também existem possibilidades de ETF de renda fixa. Por exemplo, os que replicam o índice IMA-B (Índice de Mercado Anbima). O indicador acompanha a curva de juros nos títulos públicos, replicando o Tesouro IPCA+.

Quanto ao ETF de renda fixa, é preciso ficar atento ao fato de que ele não será tão seguro e estável quanto os títulos. Ele apresenta maior exposição à volatilidade da marcação a mercado. Além disso, os preços das cotas também oscilam na bolsa.

Quais as vantagens dos ETFs?

É importante destacar que os ETFs apresentam algumas vantagens que podem atrair investidores. Uma delas é a possibilidade de diversificação.

Investir em ETFs possibilita diversificar de maneira simples, reduzindo o risco. Afinal, utilizando apenas uma ordem de compra você tem exposição a diversos ativos. Além disso, não precisa balancear os pesos deles, pois o gestor fará as mudanças necessárias de acordo com o índice.

Outra vantagem do ETF é a possibilidade de acompanhar os rendimentos médios do mercado. Para alguns investidores pode parecer uma desvantagem não superar o benchmark, mas a verdade é que gestões ativas nem sempre dão resultados consistentes.

Em especial, se você tem dificuldade para analisar as Ações com autonomia e montar uma carteira atrativa, os ETFs são uma oportunidade de acompanhar o mercado dedicando menos tempo. Os custos também são menores, já que é possível investir em diversos papéis com apenas uma ordem.

Inclusive, o investidor de ETF pode ter acesso a mercados mais amplos, que custariam bastante para ele individualmente. Por fim, mais um benefício é a liquidez. Assim como as Ações, é possível comprar e vender um ETF a qualquer momento, desde a abertura até o fechamento do mercado.

E as desvantagens?

Vale a pena conhecer, ainda, as possíveis desvantagens dos fundos de índice. Em primeiro lugar, tenha em mente que se trata de um investimento de renda variável. Então a volatilidade e o risco de prejuízo são reais — principalmente no curto prazo.

Outro ponto que pode ser negativo para alguns investidores é a perda de autonomia. Afinal, não é você que toma as decisões, mas o gestor. Assim, se o seu perfil combina mais com a liberdade de escolher os próprios ativos, você pode não se interessar pelo ETF.

Como vimos, outra característica dele é se manter na média do mercado. Portanto, quem prefere buscar rentabilidades acima do benchmark talvez não se sinta atraído pelo fundo de índice. Contudo, vale lembrar que os riscos de investir por meio dele podem ser menores, por conta da diversificação.

Não podemos deixar de citar a ausência de dividendos como desvantagem. Com ETFs, não é possível receber uma renda passiva periódica — mesmo que as empresas distribuam proventos. No entanto, seus ganhos podem serão compostos na valorização das cotas ao longo do tempo, por meio da reaplicação dos dividendos pelos gestores.

Quais são os custos para investir em ETF?

Investir em ETFs consiste em adquirir as cotas na bolsa de valores. Então é preciso conhecer os custos envolvidos nas operações. Por exemplo, possíveis taxas de corretagem, de custódia e de emolumentos.

Outro custo relevante é o Imposto de Renda. Diferente do investimento direto em Ações, não há isenção de IR para ganho de capital com a venda das cotas. Ou seja, se você tiver ganhos vendendo sua posição precisará pagar uma alíquota de 15% sobre o lucro.

É preciso ficar atento, ainda, ao fato de que em operações de day trade a taxa é maior. Se você tiver ganho de capital na compra e venda de cotas dentro de um mesmo dia será necessário pagar 20% de Imposto de Renda.

Para quem o investimento pode ser adequado?

Será que os ETFs são investimentos adequados para você? O primeiro passo para responder a essa pergunta é avaliar o seu perfil de investidor. De modo geral, eles são indicados para perfis moderados e arrojados — dispostos a se expor ao risco da bolsa de valores.

Pessoas conservadoras devem ter muito cuidado. Como vimos, nem mesmo os ETFs de renda fixa apresentam a rentabilidade estável dos ativos dessa modalidade. Logo, é importante considerar sua abertura para as oscilações.

Além do perfil, considere seus objetivos. Investir em ETFs é uma possibilidade mais condizente para o longo prazo, de modo que você não se exponha tanto às possíveis baixas de curto prazo.

Como investir em ETF?

Por fim, se você considerar que o ETF é adequado para o seu caso e combina com seus objetivos, basta ter uma conta em corretora de valores. Assim, você poderá acessar o home broker e emitir ordens de compra para os fundos de índice que lhe interessam.

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Saiba mais sobre ETF’s:
• O que é um ETF?
• IVVB11 e ETFs: você sabe o que são? Aprenda como investir nos fundos de índice

Características

Risco Alto
Invest. mínimo R$100,00
Resgate D+2
Imposto 15%

ETF´s são investimentos em Renda Variável. E quais as vantagens de investir em Renda Variável com a Guide?

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